A Vontade de Deus

SERMÕES

5/3/202613 min read

                                                                                            A Vontade de Deus

                                                                                                        Mt 6.10
      Entendo pela vivência cristã que não há nada mais importante para um crente em Jesus do que conhecer e viver a vontade de Deus perfeitamente. Paulo escrevendo aos irmãos romanos os ensinou sobre essa verdade e como era fundamental eles experimentarem a “boa, agradável e perfeita vontade de Deus” Rm 12.2. O Salmista e rei Davi falou a Deus em oração: “Ensina-me a fazer a tua vontade, pois és o meu Deus” (Sl 143.10) e; “Deleito-me em fazer a tua vontade, ó Deus meu; sim, a tua lei está dentro do meu coração” (Sl 40.8). Nosso Senhor Jesus nos ensina a orar pedindo que “Seja feita a tua vontade, tanto na terra como no céu” (Mt 6.10). Dessa forma, tendo Jesus como exemplo perfeito de quem fez a vontade do Pai, pretendo nessa mensagem mostrar três verdades que revelam a vontade de Deus 1º) – Para a humanidade em geral, 2º) - Para a igreja e 3º) - Para o mundo (terra). Dessa forma, para que possamos compreender e praticar a vontade de Deus será necessário, pelo menos, tomar duas decisões: 1º) Abandonar o egoísmo e 2º) o individualismo. Desejo, de coração, que se houver quaisquer atitudes dessas em nossas vidas, que comecem a serem eliminadas, repulsadas de nosso viver para que estejamos prontos a realizar a vontade de Deus. Conhecer a vontade de Deus, nos guarda de tomarmos decisões ruins ou que podem nos prejudicar eternamente.

I. Conhecendo a perfeita vontade de Deus

1º) – A vontade de Deus para a humanidade é a salvação “que quer que todos os homens se salvem e venham ao pleno conhecimento da verdade” (1Tm 2.4).

a. Adão e Eva pecaram, mas o Senhor lhes fez uma promessa de redenção, deu-lhes uma bendita esperança e, ao vestir a ambos com peles, sacrificando um animal inocente por causa do pecado deles, o Senhor já estava demonstrando sua graça salvadora ao casal, ou seja, o perdão e restauração – Gn 3.15, 21;

b. A existência de Israel como povo de Deus, criado, eleito e redimido pelo Senhor tem o objetivo primordial de dar cumprimento à promessa da salvação para todos os povos – Gn 12.1-4; Gl 3.8;

a) – Moisés declara o amor de Deus pelos povos – Dt 33.3;

b) – Raabe é aceita por Deus e passa a viver com o povo de Deus. Se casa com Salmom (da tribo de Judá), sendo trisavó de Davi fazendo parte da genealogia do Senhor Jesus – Js 6.17, 22, 23; Mt 1.5;

c) – Rute saiu da sua terra, da sua parentela e foi com Noemi para Israel, passando a adorar ao Deus de Israel e sendo parte do povo de Deus. Ela também se casou com um homem da tribo de Judá, Boaz, filho de Salmom e Raabe, sendo bisavó do rei Davi – Rt 1.16; Mt 1.5;

d) – O Rei Davi expressa a certeza de que Deus deseja salvar os demais homens além dos israelitas: a) – Toda a terra tema ao Senhor – Sl 33.8; b) – Louvar-te-ei entre os povos – Sl 108.3; c) – Todos os reis te louvarão e cantarão os caminhos do Senhor – Sl 138.4, 5; d) – falarão da glória do teu reino e relatarão o teu poder, para que façam saber aos filhos dos homens as tuas proezas e a glória da magnificência do teu reino – Sl 145.11, 12;

e) – A Rainha de Sabá se converteu – Mt 12.42;

f) - Bem como ninivitas nos dias do profeta Jonas – Mt 12.41;

Deus é o Deus que deseja, e sempre desejou, salvar todos os homens – I Tm 2.4;

Síntese: A salvação da humanidade é o plano perfeito de Deus para todos. Desde a queda, a promessa e propósito do Senhor Deus contempla todos os povos. A promessa para Adão (primeiro homem, representante de toda a humanidade) é a promessa de Deus para toda a humanidade. A existência de Israel, como povo de Deus, criado por Deus, tem esse propósito (Gn 12.3). Logo, a salvação é universal, isto é, para todos os que creem nessa verdade!

1. A mensagem de Cristo Jesus, bem como dos profetas é centrada nesta verdade:

a) – Tanto o Senhor Jesus como João Batista pregaram o arrependimento – Mt 3.2, 7-9; 4.17; Lc 13.1-5; Mt 9.13;

b) – Foi a mensagem que o Senhor ordenou que os seus discípulos pregassem – Mt 10.6, 7;

c) – Foi a mensagem que os apóstolos pregaram – At 2.37-39; 3.19; 17.30, 31;

d) – Paulo falou sobre a horrível condição dos homens: destituídos da glória de Deus – Rm 3.23 comparar com Gn 3.22-24 e o único que pode resolver essa triste situação: Jesus Cristo – Rm 3.24; Ef. 2.1, 8, 9; Tito 3.4-6;

e) – O Senhor Deus, por meio de sua Palavra, chama os homens para se arrependerem e se voltarem para Ele, antes que partam desta vida sem salvação – At 17.30, 31. Essa responsabilidade é nossa – Mc 16.15.

f) – Tudo isso demonstra, claramente, que a vontade do Senhor Deus é salvar todos os homens -

2. Cristo é o cumprimento da promessa de Deus acerca da Salvação, pela sua encarnação e obra consumada no Calvário, Deus nos propiciou o meio de salvação – Gl 4.4 comparar com Gn 3.15; Jo 1.29; Is 53.1-12; Rm 5.6-8; Lc 19.10;

a) – Somente Deus pode salvar o ser humano e Ele fez este ato de amor – Jo 3.16-18; Rm 5.6-8; I Jo 3.1, 2;

i) – Ato de misericórdia e graça – Ef. 2.8, 9; Tito 3.5; 2.11;

ii) – Ato de quem deu o seu próprio Filho mesmo sabendo que muitos não fariam nenhum caso dEle e da sua salvação – Is 53.1-3;

iii) – Mas o deu, e Ele (seu Filho) tomou sobre si mesmo nossas enfermidades e dores, sendo morto, horrivelmente, pelos nossos pecados – Is. 53.4, 5 comparar com Fp 2.8;

iv) – Fez isto porque estávamos perdidos (desviados para a morte e condenação eterna), e decidiu tomar sobre si a iniquidade de nós todos! Is. 53.6 comparar com Jo 1.29;

v) – Ele foi oprimido e humilhado – o que Ele suportou para nos dar a salvação! Is. 53.7

vi) – Como se fosse um transgressor, um criminoso foi julgado e condenado à morte – Is. 53.8. Ele era o substituto de toda humanidade, tomou sobre si o pecado dos homens, para dar-lhes a salvação!

vii) – Quiseram colocá-lo na história como um criminoso, mas não puderam porque Ele era (e é) Santo e Justo, o Salvador dos pecadores – Is. 53.9;

viii) – Não temos um acidente, o sofrimento e morte de Cristo Jesus foi planejado pela perfeita vontade de Deus – Is. 53.10; At 2.23;

ix) – Com isso, o Senhor Jesus, cumpriu a perfeita vontade divina de salvar os pecados! Fp 2.5-9; Hb 5.7, 8. Abaixo, uma breve explicação da humilhação de Cristo que cumpriu a perfeita vontade do Pai:

Fp 2.5 pode ser traduzida assim “sua atitude deve ser a mesma que a de Jesus”;

Fp 2.6a “que, sendo em forma de Deus...” Refere-se ao que Jesus sempre foi antes de se tornar homem: Deus por toda a eternidade, é como Ele sempre existiu, como Deus! (ver Jo 1.1-3, 14; Cl 1.15, 16. 2.9; Hb 1.3, 8-12; 13.8; Jo 8.56-58); Fp 2.6b“...não teve por usurpação ser igual a Deus” Wiersbe diz: Este texto declara um fato extraordinário: ele não considerava sua igualdade com Deus “usurpação” nem “algo a que se apegar egoisticamente”. No entanto, mesmo sabendo de sua plena divindade, o Filho de Deus, se entregou voluntariamente a vontade do Pai se tornando homem para salvar a humanidade perdida que Ele tanto ama (ver Jo 3.16-21)!!! Foi por amor que Jesus se humilhou tornando-se homem (Rm 5.8).

Fp 2.7, 8 “Mas aniquilou-se (despojou-se) a si mesmo, tomando a forma de servo, fazendo-se semelhante aos homens; e, achado na forma de homem, humilhou-se a si mesmo, sendo obediente até à morte e morte de cruz”. Wiersbe ainda diz em respeito a toda essa passagem: Esse é “o mesmo sentimento que houve também em Cristo”, uma atitude que diz: “não posso guardar meus privilégios para mim mesmo, devo usá-los para beneficiar a outros e, a fim de fazê-lo, colocarei esses privilégios de lado e pagarei o preço necessário”, logo, deduzimos que o Senhor Jesus se fez homem por nos amar, por desejar compartilhar conosco a sua glória e a do seu Pai. Ele se encarnou para nos conceder, por sua morte, a vida eterna, pois, está claro para todos nós, que esta é a PERFEITA VONTADE DE DEUS – ver I Tm 2.4; II Pe 3.9; Ez 18.23; 33.11; Jesus é o nosso Senhor e Salvador e, também, nosso exemplo a quem devemos imitar – ver Hb 12.2, 3.

x) – Deus não enviou o Senhor Jesus por capricho, mas por necessidade que os homens tinham de salvação, mesmo não buscando nós por isto nem se importando – Rm 5.6-8; 3.10-24;

xi) – E o que nós temos hoje? Muita ingratidão da parte da humanidade em geral, que prefere continuar nos seus pecados, rejeitando a bendita salvação, o Salvador, dando glória a si mesmo, aos homens, aos ídolos e falsos deuses e religião – Rm 1.18-32;

xii) – Infelizmente, muitos amam a vida de trevas que vivem, por isso, rejeitam a Cristo, pois, não querem abandonar o pecado, porque gostam do pecado – Jo 3.19-21; 8.32, 34, 36;

xiii) – Mas graças a Deus, que alguns, compreenderam, pelo evangelho, pelo Espírito Santo, sua miserável situação e assim, se arrependeram entregando sua vida à Cristo, o único Salvador – Jo 1.11-13; Mt 11.28-30; Rm 10.12-17; At 4.12; 16.31. Assim, todos os salvos estão debaixo da perfeita vontade salvadora de Deus!

Obs. Deus quer e pode salvar toda a terra, todos os homens, mas estes, se rebelam contra sua perfeita vontade, por serem racionais, pensantes e poderem tomar decisões. A salvação não é imposta e, o homem exercer livre escolha não diminui em nada o que Deus é, tanto seu poder, seu amor, sua graça, sua Soberania. O homem é responsável pelas suas decisões. Fato que a salvação é obra divina, não é dada por mérito, mas por graça, o homem ser convencido pelo Espírito Santo, poder se achegar a Deus porque Ele mesmo o conduz para isto, não tira do homem o poder de escolher e nem lhe dá o direito de achar que está sendo salvo por causa de sua própria decisão, afinal de contas quem morreu e ressuscitou para nos salvar foi Cristo, quem operou a obra salvadora foi Deus, ao homem cabe apenas, como já dissemos, quando ouve o evangelho sendo iluminado pelo Espírito Santo mediante a Palavra (o Agente Divino que convence o homem – ver Jo 16.8-11), se arrepender, crendo em Jesus – ver At 2.37-39; 16.30, 31. Se arrepender e crer não nos torna merecedores da salvação apenas nos faz aceitar, receber gratuitamente o dom de Deus – Ef. 2.8, 9.

Síntese: A vontade de Deus é, em primeira instância salvar os perdidos, sendo assim, propiciou a nós o meio para sermos salvos e livres da justa condenação eterna, a fim de não perecermos. Qualquer pregação que ignora esta verdade, subtraindo a mesma, ou substituindo por conceitos humanos, materialista é herético, e deve ser rejeitado para não perdermos tão bendita salvação! O evangelho é a boa notícia da salvação do pecador!

2º) – A vontade de Deus para a Igreja é a santificação – I Ts 4.3

a. É o ato pelo qual Deus nos separou do pecado para pertencermos a Ele e vivermos com Ele – I Pe 2.9; Hb 12.14.

b. Consequentemente a Igreja deve ser santa em toda a maneira de viver, pois é uma ordem divina– I Pe 1.15, 16;

c. É o ato de estar separada do pecado (por Deus) e vivendo em comunhão com Deus – Gl 5.16; Rm 8.4-9; 6.1-4;

i) – Estamos no mundo, mas não pertencemos a este mundo, assim não podemos amar o mundo! I Jo 2.15-17; Tg 4.4;

ii) – Não podemos seguir as normas perversas deste mundo, pois, esse sistema atual é inimigo de Deus – Ef. 2.1-3; Rm 12.1, 2; 2 Co 4.4;

iii) – Não estamos aqui para fazermos alianças com o mundo, nos misturando e se corrompendo se tornando iguais a eles, desta forma a igreja perde sua essência e objetivo e deixa de ser a noiva de Cristo – Mt 13.22;

iv) – Não podemos concordar e viver nos moldes profanos do mundo, seja no templo, seja em nossa casa, seja em nossa vida – Jo 3.19-21; 7.3-7; 5.13;

v) – O mundo (sistema mundano, humano, carnal, sociedade formada por ímpios) é inimigo de Deus por natureza – Jo 15.18-25;

vi) – Podemos sim, aguardar do mundo (ímpios) perseguição, até mesmo de dentro de nossas casas – Mt 10.17-23; nossa fidelidade a Cristo terá seus dissabores – 2 Tm 3.12; Mt 5.10-12; Jo 16.20-33;

vii) – Dessa forma o que nos resta é viver sempre na presença de Deus, em santificação – I Ts 4.3-8;

1. Deus, da mesma forma que nos propiciou a salvação, também nos concede os meios para vivermos em santificação

1º) – O sangue de Cristo nos purifica de todo pecado – 1 Jo 2.1, 2; Jo 1.29; 2 Pe 1.17-19;

2º) – O Espírito Santo nos santifica – 2 Co 3.16; Rm 8.1; Gl 5.16; Tito 3.5; 1 Pe 1.2;

3º) – A Palavra de Deus nos santifica – Sl 119.9, 11, 105; 1 Pe 1.2; Mt 7.21; 1 Pe 1.22, 23, 25;

Assim, os meios de santificação vêm do Senhor Deus e não do que o homem quer e deseja, afinal de contas, somente o Santo é quem pode nos santificar para a sua glória (ver Is. 6.5-7)!

Síntese: A vontade de Deus para sua igreja, seu povo, é que vivamos em santificação, pois, sem ela jamais o veremos. Notemos que o Senhor que nos salva é o mesmo que continua operando em nossas vidas a obra de santificação. Somente Ele pode tornar o homem justo diante de si mesmo, e assim conduzi-lo em obediência a fim de viver agradavelmente a Deus. Ao homem salvo cabe obedecer pela fé, renunciando ao pecado, pela graça divina já manifesta em sua vida com a habitação do Espírito Santo.

3º) – A vontade de Deus é estabelecer, em breve, o seu Reino Eterno plenamente – Ap. 21.1-8, 22-27; 22.1-5; 11.15-18;

Enquanto muitos andam sem esperança ou esperando que algo aconteça no mundo atual para que todos vivam em paz, as Escrituras nos deixam claro, que os atuais sistemas de governos não podem, de forma nenhuma, trazer à humanidade um reino perfeito. E, isso se dá, porque os líderes mundiais decidiram uma coisa: Não querem Deus em suas vidas e nem nos negócios humanos. Ou seja, se rebelaram contra o seu Criador e o culpam por todas as mazelas do mundo quando são os homens que matam, roubam, mentem, enganam, são egoístas e corruptos! Culpam Deus de desgraças que eles mesmos fazem e escolheram para si. É com o Reino de Deus, quando Cristo vier diante de todos os olhos, que o mundo terá um governo perfeito e justo (Ap. 20.1-6). Certamente que através da mensagem do evangelho o Reino de Deus já é pregado e real na vida dos salvos! Mas o Reino visível, transformação política do mundo ocorrerá na segunda vinda de Cristo a esse mundo. Mas, somente depois desse reino milenar é que teremos o fim, definitivo do pecado, do mau, da morte e da dor (Ap. 21.4). Quando, então, não teremos mais os homens salvos e transformados, em corpos mortais, mas glorificados e perfeitos para viverem em eterna comunhão com Deus (Ap. 22.3-5). A Igreja do Senhor não deve colocar sua confiança nos sistemas governamentais. Ela tem uma função ser “sal e luz” diante desses sistemas corrompidos (Mt 5.13-16). Não é a missão da Igreja estabelecer o Reino de Deus na terra, mas pregar o evangelho do Reino (Mt 28.19, 20; Mc 16.15; At 1.8). É com a sua segunda vinda a esse mundo, que Cristo eliminará os sistemas políticos atuais e estabelecerá o Reino de Deus. Somente o Reino de Deus pode e vai transformar tudo!

a) – Com isto, teremos o fim do pecado, da maldade, da morte que assola a terra – Ap 21.1-4; I Co 15.51-55;

b) – Não haverá mais nenhum reino humano, nem diabo para tentar a humanidade, porque não haverá mais possibilidade de pecado – Jo 1.29; Ap. 21.5, 7, 8, 27; 22.2, 3;

c) – Somente o Senhor reinará e os seus servos com Ele – Ap 11.15, 17; 21.3, 4; 22.3.

d) – O a dinâmica do Reino de Deus segue assim:

1º. Salvar o homem do pecado e da condenação eterna “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. Quem nele crê não é condenado; mas quem não crê já está condenado, porquanto não crê no nome do unigênito Filho de Deus. E a condenação é esta: Que a luz veio ao mundo (Jesus), e os homens amaram mais as trevas (pecado, rebeldia, incredulidade) do que a luz (Jesus-Deus), porque as suas obras eram más” – Jo 3.16, 18-19. É o Reino de Deus na vida do pecador arrependido!

2º. Preservar os salvos, que denomina como sua Igreja, em santidade até que sejam glorificados “E aos que predestinou, a esses também chamou; e aos que chamou, a esses também justificou; e aos que justificou, a esses também glorificou” - Rm 8.30; “num momento, num abrir e fechar de olhos, ante a última trombeta; porque a trombeta soará, e os mortos ressuscitarão incorruptíveis, e nós seremos transformados” – 1Co 15.52.

a. Dentro desse propósito, a Igreja (os salvos em Jesus Cristo) estão proclamando o evangelho aos homens a fim de que creiam, se arrependam e sejam salvos da condenação eterna. São os salvos em Cristo que o glorificam através do testemunho que dão, pelo poder do Espírito Santo (At 1.5-8).

3º. Dá fim, definitivo ao pecado – Ap. 21.1-4, 8; 22.3-5, 14, 15. Essa é a esperança das Escrituras e é assim que devemos ver o livro do Apocalipse. Com isso, de forma sucinta, pois todos esses fatos envolvem grandes promessas escatológicas que não era o objetivo citar aqui, como o Arrebatamento da Igreja por exemplo, temos a certeza de que o mau (pecado) que existe no mundo atual vai ter fim. Deus preparou uma eternidade de glória para os salvos! Aceite a Cristo, Ele te perdoará e terás a certeza da vida eterna.

Síntese: A vontade de Deus é que seu reino se estabeleça sobre tudo e todos. E, isso Ele fará, pois prometeu e cumprirá. O evangelho de Cristo contempla essa grande promessa que se cumprirá na vida da Igreja – 1 Jo 2.25. Desta forma, cabe a nós (sua Igreja) anunciar essa verdade, para a glória de Deus.

Conclusão

Vimos nesta mensagem que a vontade de Deus está clara nas Escrituras e, que se tomarmos isso por base em nossas vidas aqui na terra, faremos todas as coisas com prudência, obediência sob a bendita presença do Espírito Santo, a fim de não perdemos tão grande salvação. Não podemos, em momento algum, suplantar a vontade de Deus, conforme vimos, com nossos desejos e vontade egoístas. Deus deseja que todos os homens sejam salvos, que seu povo viva em santidade e todos (salvos) vivam no seu reino eterno.

Pr Clayton Costa